sábado, 29 de dezembro de 2007

Gostaria de desejar a todos um Óptimo 2008!

domingo, 30 de setembro de 2007

A inspiração tem faltado, bem como o tempo, para escrever alguma coisa.

Vi com agrado o apoio a selecção de rugby, única amadora no Campeonato do Mundo, que apesar de não ter conseguido vencer, deu muito bem conta de si.


Não percebo a doidice à volta de Mourinho…
Dispensado do Chelsea, com um acordo milionário, teve direito a cobertura televisiva da sua chegada à pátria, tipo D. Sebastião.Bem esteve o Sr. Dr. Pedro Santana Lopes, a deixar a entrevista a meio, quando o interromperam para dar a chegada do Mister. Afinal convida-se um Ex. PM, deputado da Republica, para ser interrompido pela chegada de um treinador a casa? Esteve bem!

Não entendo o motivo que leva a encerrar a Praça do Comércio ao Domingo.
O Objectivo será levar as pessoas a passear por lá, mas e quem mora na zona e vê-se grego para poder sair de casa? As pessoas para ir para lá levam o seu carro e torna-se um caos, que nem um dia de semana, circular naquela zona. Melhor só o dia sem carros…

quarta-feira, 25 de julho de 2007

A última mensagem que escrevi fez ontem um mês, exactamente na véspera do primeiro exame, deste último semestre do ano e do Curso.

Hoje, acabado de fazer o último exame do Curso, já com a nota, posso afirmar que terminei esta etapa da minha vida.

O primeiro sentimento não será tanto de felicidade, mas de alívio, por ver chegar o curso ao fim, a época de exames, esta etapa...

Um agradecimento a todos os colegas que ajudaram a ultrapassar estes 5 anos de curso e, Parabéns por também estarem a concluir os seus cursos.

domingo, 24 de junho de 2007

A falta de tempo e inspiração não me permitido escrever nada ultimamente, a via enfadonha e rotineira do costume sem grandes novidades.

Começa amanhã mais uma época de exames, com sorte a última, pelo que o tempo nos proximo mês também será reduzido.

A quem se encontre na mesma situação, animo e boa sorte!

sábado, 7 de abril de 2007

Estamos entregues aos bichos (e não quero com isto fazer qualquer alusão ao livro do Miguel Torga).

O que temos de relevante hoje é saber se o nosso Primeiro é engenheiro ou não.
Ora será lá capaz o país sobreviver, se tivermos andado a chamar Eng. ao Sr. Primeiro-Ministro e o homem não o ser. Acho que o melhor é mandar convocar eleições antecipadas!!!!!

O caso da UnI não pode colocar as pessoas que legitimamente lá fizeram os seus cursos em causa, pela baralhada que 1 dúzia de indivíduos lá criou.
Inclusive o estudante mais famoso, após a licenciatura até já cumpriu mais um passo na via académica, noutra instituição.

Isto só demonstra que continuamos um país pequeno, com mentalidade tacanha, que para vender jornais ou ganhar votos põem em causa tudo e todos, onde só o Sr. Dr. ou o Sr. Eng. são válidos.

Continuemos assim então…

quarta-feira, 7 de março de 2007

Acho que já é tempo de um novo referendo!

Uma vez que o Sr. Jardim não tem a coragem para o pedir, vamos nós, cubanos, referendar se queremos ou não manter a Madeira como parte do nosso território.

Nenhum partido político que se queira credível, pode ter alguém a representá-lo na forma desrespeitosa como este senhor o faz, quer para com as instituições, quer para os ocupantes de cargos cimeiros da nossa Nação.
Se há mais de 20 anos que não têm mão num militante e partidário, que enxovalha os próprios representantes do partido e da Nação, como querem passar credibilidade para governar.
O facto de ganhar eleições atrás de eleições, não pode ser o único factor de escolha.

Se o que é pretendido é uma imagem da política e dos políticos credível, séria, em quem os cidadãos se revejam, este tipo de populismo, onde como representante de uma região autónoma se pode por em causa Governo, Presidente, Tribunais e tudo o mais que se intromete no seu caminho, não pode continuar a aparecer.

Mesmo que ao longo dos anos o seu trabalho tenha validade e mérito, mais facilmente irá ser recordado pelos seus discursos demagogos e piadas brejeiras.

Se quer ter este papel, a carreira correcta não é a política, talvez o humorismo!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

E o vencedor do referendo foi o mesmo das últimas eleições em Portugal: a abstenção.

A abstenção andou na casa dos 56%, o que quer dizer que metade da população activa e capaz de votar, não queria saber do referendo para nada, o que já tinha sucedido nos anteriores referendos.

Que conclusão se pode retirar?
Acabem com os referendos! Os cidadãos não estão interessados em participar, todos gostam de criticar, dizer que está mal, fazer manifestações, mas não de fazer o que é preciso para mudar, votar.

Sempre fui da opinião que o Governo/Assembleia deveriam alterar a legislação e pronto!

Se nem para escolher quem nos governa ou dirige os municípios e autarquias, podemos abandonar o centro comercial ou quente do sofá, quanto mais para decidir alguma coisa que não diz respeito directamente a cada um de nós….

Quem não cumpre o dever cívico e tenta mudar o rumo das coisas, não deveria ser autorizado a tecer comentários!

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

É engraçado como há coisas que não mudam…

Ao rever alguns posts antigos, verifico que apesar dos anos passarem, apesar da idade ir aumentando, a responsabilidade, o modo de vida e os gostos também se alterarem, há coisas que se mantém inalteradas.

É normal que com a idade, o conhecimento da vida e das coisas, o pensamento, as posições se alterem também, no entanto ao reler o que foi escrito há já quase 4 anos, verifico que subscrevo e mantenho quase tudo o que fui escrevendo.

Para além disso, este bocadinho serve um pouco como diário, relembrando-me o que fui e sou, os amigos de sempre e os que se vão fazendo, as “feridas” enterradas e esquecidas, o que me faz vibrar e viver, e o coração com nova e melhor proprietária.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

O aborto!
Tenho evitado tocar neste assunto, por um simples facto, o voto no referendo deve ser de consciência individual e não partidária, sectorial e muito menos religiosa.

Pessoalmente penso que se deve despenalizar o aborto.

Antes de mais dizer que não me parece, que defender o sim seja contra vida, seja desprezar o bem mais fundamental que existe.
O que está em causa é uma lei, penal, que pune com prisão uma mulher que realize um aborto.
O facto de despenalizar-se o aborto, não obriga ninguém a realizá-lo, mas permite, pelo menos, que as mulheres que por essa experiência tenham que passar, o façam apoiadas e em local próprio e adequado.

Podia ficar aqui a escrever linhas e linhas sobre o porquê desta minha orientação, mas como indiquei, cada um deverá votar de acordo com os seus ideais e, com aquilo que pensa estar em causa.

sábado, 27 de janeiro de 2007

Alvo dos sucessivos governos da Republica, tem sido a sinistralidade.
Em altura de férias, feriados e pontes, lá somos nós bombardeados com o número de mortos nas estradas, com as imagens dos acidentes, com a causa costumeira do excesso de velocidade.

O excesso de velocidade tem sido o grande mal dos portugueses, de acordo com o governo e comunicação social, no entanto esquecem-se dos sucessivos erros na construção das vias, sinalização mal colocada e, acima de tudo, uma má cultura cívica, que traduz-se numa má cultura automobilística.
Claro que estes factores aliados ao pé direito pesado dão um mau resultado.
Se calhar se sinalizássemos as manobras, as ultrapassagens fossem feitas tendo em conta o espaço e velocidade dos outros veículos, utilizássemos as faixas mais à direita, entre outras situações, o excesso de velocidade não fosse um problema.

A solução do Governo em colocar radares, perfeitamente identificados e sinalizados em Lisboa, é uma medida a meu ver excelente.
Sempre entendi que o Governo não pode fazer prevenção com “emboscadas” aos condutores, através de radares simulados ou carros descaracterizados, que a única coisa que visam é a multa e o engordar dos cofres dos estados.
A presença de uma brigada ou de um radar, devidamente sinalizado, serve de Valium aos condutores, para porem o pé no travão e, terem uma atitude mais prudente.
Agora só falta começarem a tentar alterar a parte cívica…

Localização dos radares:

















Apesar de concordar, parece-me que em locais como a Radial De Benfica - 3 faixas onde não é possível o atravessamento de peões e, melhores que algumas auto estradas -, a velocidade máxima poderia subir, para os 100/120 km/h.


Esperar mais boas medidas como estas, como acabar com a compra de carros topo de gama para a BT, descaracterizados, reforçando a força com mais veículos “normais”.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Começou um novo ano e depressa a esperança de haver uma mudança radical, esfumou-se.

Mantém-se os mesmos problemas cá pelo nosso cantinho à beira mar plantando e nem mesmo lá fora, o panorama alterou-se.

São só mais 365 dias para a esperança renascer…